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PisciculturaPiscicultura

 

 

           Dando continuidade aos estudos de viabilidade de uma integração de todo o sistema produtivo da propriedade Bosque Olivos, iniciamos mais uma etapa de atividade sincronizada de atividades, a piscicultura.

                Nesse novo ciclo de criação de peixes na propriedade, a atividade  volta a ser implantada como um resultado natural e esperado, num ciclo contínuo de complementação de cadeias produtivas, melhorando cada vez mais a sustentabilidade de toda a estação experimental.

 

              A propriedade em anos anteriores já tinha feito um alto investimento no planejamento e construção dos tanques para criação de peixes, iniciando num sistema de curvas de nível para recionalizar a captação do maior potencial das chuvas, com o direcionamento ao início da sequência dos tanques, viabilizando assim uma renovação da água existe e invertendo um caimento normal já existente quando da compra da área.

               Ato contínuo foi feita o plantio de uma grande quantidade de árvores nativas, no sentido de restabelecer, reforçar e proteger as duas vertentes existentes na propriedade, melhorando e aumentando a água existente, bem como estruturando taipas e encostas dos tanques.

 

          Com o passar de mais de 17 anos de trabalho, estudo e observação da atividade da piscicultura na propriedade, hoje contamos com uma segura bagagem para poder definir dentro do nosso sistema de produção de oliveiras/ovinos/peixes, o que é viável, sob a ótica não só da técnica, mas principalmente da rentabilidade.

   

           Hoje buscamos em todas as atividades do agronegócio, um retorno sob a visão do binômio: é possível (tecnicamente) e é interessante (economicamente)?  Essas duas perguntas, com as suas respostas, devem ao certo pautar todo o trabalho dentro e fora da propriedade, buscando com isso um retorno ao esforço, ao tempo e aos valores ali investidos, evitando com isso a implantação de projetos inviáveis.

 

            Ao longo dos anos, pudemos testar diferentes ciclos de produção dentro da piscicultura, com diferentes inícios, meios e fins, e ao certo, hoje sabemos que nem tudo é possíve/interessante!  Foram praticados sistemas de produção mais intensiva, com ração, sem ração, de ciclo curto, de ciclo médio e de longo, e com cada alteração realizada na produção, notamos um reflexo direto de causa/efeito, algumas vezes positivo e outras nem tanto!

 

                     A piscicultura foi implantada inicialmente sob uma estratégia mais independente dentro da propriedade, mas hoje volta a ter um papel importante no contexto produtivo, sob uma forma integrada de produção, na busca de um ciclo fechado de produção, com o mínimo possível de geração de resíduo!

                A criação de peixes foi colocada de lado nos últimos anos pela sua inviabilidade de retorno financeiro num ciclo mais intensivo e de curta duração, basicamente pela falta de uma cadeia comercial estruturada, falta de hábito do gaúcho em consumir o peixes e dificuldades de acabamento dos animais em função da presença do inverno.

               Assim, nesse tempo os tanques basicamente serviram como depósito de água utilizada na irrigação do olival, com produção de peixes apenas para o consumo da propriedade e vizinhos.

 

                  Com o passar dos anos notamos que existia viabilidade num sistema misto de ciclo médio/longo, contando com uma adubação de custo baixo para os tanques, assim, foi transformado o primeiro tanque em área de compostagem, sendo colocado no sistema produtivo todo o material oriundo das podas da oliveira.

                       Com a compostagem em funcionamento, iniciou um novo ciclo  de adubação de custo baixo para os tanques, o que favoreceu a implantação desse novo projeto de piscicultura, mas agora dentro de um sistema maior de integração da propriedade. Com a compostagem resolvemos o problema de grande volume de galhos gerados com a poda, passando os mesmos a constituirem uma peça importante na engrenagem de fertilização dos tanques, o que representa uma grande economia de adubos e mão de obra, uma vez que ocorre de forma contínua e gradual.

 

                      O material mais grosso é separado e vendido como uma lenha ecologicamente correta, uma vez que não é necessário o abate de nenhuma árvore, é um resíduo proveniente da poda!

 

                       A idéia de todo o processo produtivo da propriedade é não gerar nenhum tipo de resíduo, reduzindo assim a exportação de nutrientes para fora do sistema. A compostagem teve um papel muito importante nessa idéia pois existia um investimento muito grande ao longo do ano em adubação, que depois da poda era simplesmente perdido. Hoje retorna de forma contínua e gradual aos tanques, e depois volta novamente para o olival através da irrigação, numa água melhorada, não só pelos nutrientes da decomposição de toda essa massa verde, bem como o acréscimo de uréia e outros micronutrientes provenientes da alimentação dos peixes.

 

 

EM CONTRUÇÃO!

 

           

        


Foto 1 - Construção das curvas de nível
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Foto 1 - Construção das curvas de nível

Foto 2 - Construção das curvas de nível em sequência
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Foto 2 - Construção das curvas de nível em sequência

Foto 3 - Construção das curvas de nível, tanques em sequência
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Foto 3 - Construção das curvas de nível, tanques em sequência

Foto 4 - Implantação do olival ao redor dos tanques
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Foto 4 - Implantação do olival ao redor dos tanques

Foto 5 - Arborização das vertentes
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Foto 5 - Arborização das vertentes

Foto 6 - Arborização das vertentes
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Foto 6 - Arborização das vertentes

Foto 7 - Tanque com estação de bombeamento
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Foto 7 - Tanque com estação de bombeamento

Foto 8 - Armadilha luminosa para combate das mariposas
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Foto 8 - Armadilha luminosa para combate das mariposas

Foto 9 - Povoamento dos tanques com alevinos
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Foto 9 - Povoamento dos tanques com alevinos

Foto 10 - Nivelamento final do desponte
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Foto 10 - Nivelamento final do desponte

Foto 11 - Enchimento final do tanque
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Foto 11 - Enchimento final do tanque

Foto 12 - Limpeza e manutenção dos tanques
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Foto 12 - Limpeza e manutenção dos tanques

Foto 12 - Limpeza e manutenção dos tanques
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Foto 12 - Limpeza e manutenção dos tanques

Foto 13 - Construção do tanque
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Foto 13 - Construção do tanque

Foto 14 - Proteção das bordas dos tanques com grama
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Foto 14 - Proteção das bordas dos tanques com grama

Foto 15 - Arborização da APP
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Foto 15 - Arborização da APP

Foto 16 - Arborização da APP
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Foto 16 - Arborização da APP

Foto 17 - Limpeza do tanque e colocação de calcáreo
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Foto 17 - Limpeza do tanque e colocação de calcáreo

Foto 18 - Plantação de pastagens nas taipas
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Foto 18 - Plantação de pastagens nas taipas

Foto 19 - Integração dos tanques com o olival
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Foto 19 - Integração dos tanques com o olival

Foto 20 - Utilização de um dos tanques para a área de compostagem
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Foto 20 - Utilização de um dos tanques para a área de compostagem

Foto 21 - Adubação com salvínia
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Foto 21 - Adubação com salvínia

Foto 22 - Adubação de coroamento com salvínia
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Foto 22 - Adubação de coroamento com salvínia

Foto 23 - Redução do nível dos tanques
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Foto 23 - Redução do nível dos tanques

Foto 24 - Despesca
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Foto 24 - Despesca

Foto 25 - Despesca
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Foto 25 - Despesca

Foto 26 - Aproveitamento da poda do olival
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Foto 26 - Aproveitamento da poda do olival

Foto 27 - Recolhimento da poda
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Foto 27 - Recolhimento da poda

Foto 28 - Grande volume de poda gerada
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Foto 28 - Grande volume de poda gerada

Foto 29 - Seleção e pesagem da lenha
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Foto 29 - Seleção e pesagem da lenha

Foto 30 - Embalagem da lenha
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Foto 30 - Embalagem da lenha

Foto 31 - Mídia do resíduo de poda
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Foto 31 - Mídia do resíduo de poda



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